A MORAL COMO PROPEDÊUTICA À RELIGIÃO: CONSIDERAÇÕES ACERCA DA REALIZABILIDADE DA IDEIA DO SUMO BEM NA FILOSOFIA PRÁTICA KANTIANA

Edson Martinho da Silva Difante

Resumo


O trabalho busca demonstrar que a possível realização do sumo bem está necessariamente apoiada nos postulados da imortalidade da alma e da existência de Deus. O argumento kantiano de que a moral conduz à religião pode ser interpretado a partir da esperança de uma suposta felicidade que o indivíduo virtuoso (moral) tem o direito de possuir, e que somente Deus pode contemplar, enquanto fiador e suposto legislador moral de todos os homens. A exposição divide-se em partes bem definidas em função dos objetivos: em um primeiro momento tratam-se das ideias de liberdade, deus e imortalidade; posteriormente aborda-se sobre a passagem de tais ideias a postulados da razão pura prática; por fim, conclui-se com a questão da religião racional ou moral.

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